Mini Imagine - Better Than Words (Pedido de Beatriz Lima)



Niall Horan PVO's

Minha doce e linda Irlanda, eu nem acreditava que estava lá novamente, fora um tempo dificil longe daqui, lodres é um lugar legal, mas nada é melhor que nossa casa, que no meu caso e minha linda, gelada e doce Irlanda. Eu não imaginava que sentiria tanta saudade desse lugar, mas me bastaram 5 anos fora para ver o quanto aquele lugar era querido por mim, mas agora finalmente minha faculdade havia terminado e eu estava de volta ao meu lugar.

Mulligar não era nenhum centro urbano, era uma simples cidade no norte da Irlanda, o meu pedacinho de chão. O Inverno havia chegado a Europa e como sempre a neve já cobria boa parte do chão, andar de carro se tornava um prova de risco até para excelentes motorista. Não querendo me gabar, mas já fazendo isso, motoristas como eu, que nunca havia levado uma multa, tá teve uma vez que fui autuado, mas foi coisa minima então nem a torno valida em minha contagem. Com a neve acumulada o trajeto que normalmente eu levava 20 minutos para percorrer, agora demorava 40, o dobro, o que me deixava um pouco bravo, pois eu queria logo chegar em casa, ver meu pais, meu irmão, minha cunhada e meu sobrinho, eu estava morrendo de saudades deles, desde o ultimo feriado, o que dava exatos 5 meses sem vê-los, o que para mim já era um tempo bem longo, logo eu que sempre convivi com eles e estar longe era algo doloroso, mas eu faria tudo para meu futuro, afinal sem faculdade sem emprego dos sonhos.


Distraído com meus devaneios, não vi um carro a minha frente e tive sorte de meu carro ter um ótimo freio e eu um pé rápido, por milésimos não causei um acidente, o que não seria nada bom. Meu coração estava acelerado e minhas mãos presas ao volante fortemente, tão forte que meus dedos estavam brancos pela fasta de circulação sanguínea, tudo por conta do pequeno susto. Tentei me tranquilizar e desci do carro para ver o que havia acontecido, assim que pisei para fora senti o vento me atingir, me fazendo agarrar-me em meus corpo tentando me proteger do frio. Andei um pouco e logo me deparei com uma garota, ela estava a frente do carro, e parecia olhar o motor do mesmo, e devo ressaltar saia bastante fumaça dali.

- ham ham. - pigarrei, fazendo a garota olhar pra mim, e puta que pariu que garota, pele negra, cabelos esvoaçantes, olhos negros e misteriosos e curvas de tirar o folego de qualquer homem, com certeza ela não era dali, afinal todas as garotas da irlanda que conheço são loiras, corpo com minimas curvas e olhos claros, mas essa garota não, mesmo seus olhos não sendo claros ela continuava linda, pois seus lindos olhos negros me fascinavam.
- precisa de ajuda? - perguntei depois de voltar de meus devaneios sobre a bela moça.
- se você sabe algo de mecânica, sim eu preciso. - disse ela esfregando as mãos uma na outra.
- ah..posso dar uma olhadinha? - indaguei indicando o carro, ela nada disse apenas deu de ombros e voltou a frente do carro, eu logo a acompanhei.
Na frente do veiculo me apoiei sobre a frente dele e olhei seu motor, notei que o calor emanava das peças, bom eu acho que mesmo com pouco noção de mecânica o que havia acontecido ali era um pouco obvio.
- seu carro super-aqueceu o motor, deve ter sido pelo fato dele não ter tração nas rodas e você está numa estrada cheia de neve. - disse olhando-a, que apenas bufou cruzando os braços.
- legal, agora como vou chegar a casa dos meu tutores. - comentou ela olhando ao longe.
- bom se quiser, posso lhe dar uma carona, para onde está indo? - perguntei
- Mulligar, conhece? - disse ela olhando-me pela primeira vez nos olhos.
- claro que conheço é a minha cidade, estou indo para lá. - disse empolgado, o que fez ela rir.
- então eu tenho uma carona? - indagou ela.
- claro. - comentei fazendo-a sorrir, god que sorriso.

Depois de ajuda-la a por as malas em meu carro, e ela ligar para a concessionaria que havia lhe alugado o carro, seguimos viagem. Estava um silencio, e eu estava odiando aquilo.
- ah, então você não é daqui né? - perguntei olhando-a por segundos e depois voltando a atenção a estrada.
- não. - disse simples.
- bom então é de onde? - insisti
- Brasil. - disse ela simples.
- ah legal, é um ótimo lugar, é quente. - comentei animado.
- se você acha, já pra mim é o piro lugar do mundo, Irlanda é o um ótimo lugar. - disse ela, olhando-me.
- é tenho que concordar, Irlanda é maravilhosa. - concordei com ela.
- mas então disse que estava indo ver seus tutores, faz intercambio? - perguntei.
- sim, sou estudante de história e meu trabalho de conclusão de curso é sobre a história da Irlanda, e como meu intercambio estava próximo resolvi unir o útil ao agradável, afinal Irlanda é um máximo. - disse ela agora, um pouco mais simpática, ela parecia se soltar mais.
E no decorrer do caminho até Mulligar descobri mais coisas da garota como: o nome dela é Beatriz, tem 19 anos, amo meu país e gosta de Katy Parry, tem como não amar ela? ela é minha outra matade, acho que apaixonei.

[...]

O tempo ficava cada vez mais fechado, era notável que uma chuva estava a caminho o que me deixava mais apreensivo por que não gosto de dirigir na chuva, é perigoso, ainda mais que eu estava responsável por outra vida além da minha.
- não gosto desse tempo, parece que vai chover muito. - comentei sem olhar Beatriz.
- também não, isso me dá medo. - disse ela, eu iria dizer algo, mas um barulho estranho no carro fez-me ficar em silencio e logo parar o carro.
- o que foi isso? - perguntou Beatriz um pouco nervoso.
- não sei. - disse já abrindo a porta para sair para fora, mas fi impedido por ela que agarrou-se em meu braço e disse.
- não me deixa aqui sozinha. - suplicou ela.
- Hey calma vou apenas ali fora, já volto. - disse tentando a acalma-la, ela soltou meu braço e assentiu. Sai do carro e percorri em roda do mesmo tentando assim achar o motivo do mesmo ter parado. O veiculo parecia okay até eu chegar no pneu traseiro do lado esquerdo, o mesmo estava furado.
- Damn. - balbuciei, por que eu não sabia nem como começar a trocar um pneu. Tirei meu celular do bolço e notei que o mesmo não tinha sinal o que me desanimou ainda mais. Caminhei de volta para dentro do carro e perguntei a Beatriz.
- você têm algum telefone celular?
- Não meu celular descarregou a boas horas. - disse ela. - mas por que precisa de um telefone celular? - perguntou ela depois de ficar me olhando por segundos.
- o pneu furou e eu não sei nem como começa a trocar. - mal terminei de dizer isso ouvi um pequeno riso da parte dela.
- o que é engraçado? - perguntei sentando-me no banco do motorista.
-  o fato de você ser um homem e não saber trocar um pneu. - disse ela aumentando o riso.
- isso não é engraçado garota. - disse já ficando um pouco bravo pelo fato dela rir de mim.
- é sim e muito. - disse ela já colocando uma mão na barriga .
- Pare com isso, não é engraçado. - disse segurando seus braços fazendo eu e ela ficarmos cara a cara, e olhando ela assim de perto ela era mais linda, olhos negros e lábios cheios e que me pareciam são saborosos e então logo os ataquei, começando ali um beijo intenso e caloroso, que causava-me arrepios quando nossas línguas se encostavam. Damn, essa garota está me deixando maluco. Fui um pouco atrevido e levei uma das minhas mãos até a cintura dela e logo retirava sua jaqueta, seguida de seu suéter e logo sua blusa, deixando ela apenas de sutiã, linda e quente.
- não acha que estamos indo rápido demais? - disse ela partindo o beijo, mas ainda de olhos fechados e respirando ofegante.
- não. - comentei e logo voltei a beija-la enquanto encaminhava minhas mãos por todo seu corpo, agora ela também escorregava suas pequenas mãos pelo meu pescoço e adentrava os dedos um pouco gélidos pela gola do meu suéter verde.
 - eu nunca transei em um carro. - comentei, parando o beijo e indo com selinhos até o pescoço dela, ouvi um pequeno riso da parte dela o que me fez rir também.
- eu também nunca. - disse ela passando as mãos pela barra de minha blusa e logo a retirando, ao sentir o ar frio arrepiei-me, e quando ela encostou seus dedos em minha pele mexi-me um pouco, os dedos de Bea estavam gelados, mas nada estragava o momento que estávamos vivendo.

[...]

Logo ambos estávamos apenas de roupas intimas e trocávamos caricias, as vezes riamos, lá fora caia m chuva não muito intensa, mas agradável de ouvir, enquanto estávamos envoltos aquele momento. Eu ão podia mais esperar, ela estava ali entregue a mim então apenas tinha que faze-la minha, então logo deixei-a totalmente despida, e fiz o mesmo, peguei um preservativo no porta luvas do carro e me ajeitei colocando-a por cima de mim, logo eramos um só, ela sobre mim fazia movimentos lentos e agradáveis, mas logo a ajudei a acelerar os mesmos, com minhas mãos em sua cintura eu a ajudava, fazendo assim sons de prazer saírem de nossos lábios, aquele era sim um ótimo momento, um dos melhores que já tive, posso assim dizer, eu tinha aquela linda garota entregue a mim, eu tinha certeza, a olhando bem ela tinha que ser minha para sempre, afinal juntos eramos a equipe perfeita, eu não podia perde-lá.

[...]

Foram três movimentos rápidos e precisos que me fizeram ter o prazer máximo, eu junto de Bea explodimos em puro prazer, sons altos e excitantes correram todo o carro, e logo senti a minha menina cair sobre meu colo. Com a cabeça na curva do meu pescoço ela ficou, respirando rápido enquanto acariciava minha nunca, não havia saindo de dentro dela, e naquele momento era o que eu menos queria, eu a queria cada vez mais perto.
- isso foi um loucura total. - disse ela baixo, e se sua boca não estivesse perto de me ouvido eu certamente não ouviria.
- a melhor loucura que já fiz. - comentei, acariciando as costas dela.
Fiamos um tempo em silencio, mas logo o mesmo fora quebrado por Bea, que saiu de meu colo, me causando um pequena saudade dela. Ela vestiu sua calcinha e meu suéter e disse se ajeitando em seu banco.
- eu não quero que isso seja apenas uma transa. - ela olhava os pés como se eles fossem algo interessante.
- também não. - comentei entrelaçando minha mãe a dela, fazendo ela olhar para mim.
- o que vamos fazer? - perguntou ela.
- não vamos fazer planos, deixe a vida nos mostrar o melhor, mas saiba de uma coisa, agora que você entrou em minha vida não mais lhe deixarei sair, você é minha menina dos olhos negros. - disse acariciando a face dela, fazendo a mesma corar e sorrir. Me aproximei dela e a selei, e jurando a mim mesmo nunca descumprir a promessa que fiz a mim mesmo, nunca deixar essa garota fugir de mim, afinal ela é a MINHA  garota.

Happy End

Heeey cats, ai está meu novo mini, um pedidos de uma linda leitora (já amo tu Bea <3), bom eu tive um pouco de dificuldade em desenvolver a parte hot como notaram e peço desculpas, mas quando a inspiração não vem de jeito nenhum dá nisso, me desculpem. Bom daqui a pouco (á noite), tem o 1º capitulo de Monsoon, então quem quiser acompanhar a fic fique ligado :)
So...até mais!!







Um comentário :

Bibi Abdalla disse... Responder

Awaaa q fofooooooooo

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